
A Comunicação Social pública em Angola atravessa uma grave crise, evidenciada na TPA e RNA, onde faltam recursos técnicos e humanos qualificados. Críticas apontam que os profissionais comunicam mal, com destaque negativo para a TPA, considerada a pior entre os órgãos públicos de mídia.
A ausência de jornalistas experientes e competentes, substituídos por jovens inexperientes, compromete a qualidade do conteúdo. Segundo a análise, a gestão atual é marcada por decisões baseadas em caprichos e negligência, com milhões de dólares desperdiçados.
Além disso, acusações de assédio moral e sexual, além de abusos variados contra funcionários, agravam o cenário na TPA.
Uma proposta para mudar o quadro sugere eleições para os cargos de liderança nos órgãos públicos de comunicação, com maior participação de jornalistas e supervisão parlamentar. Isso promoveria independência editorial, pluralismo e transparência, reduzindo a interferência política no setor.
O apelo é por um plano estratégico que alinhe os órgãos públicos à modernidade e enfrente os desafios impostos pelas redes sociais, essenciais para recuperar a credibilidade e eficiência da mídia estatal.
Por: Jorge Eurico