
O ambiente na Administração Geral Tributária (AGT) é de apreensão e medo, com funcionários temendo novas detenções após o escândalo que lesou o Estado em 7 mil milhões de kwanzas. O número de presos subiu para nove, incluindo um empresário ligado à empresa China Huashi Group.
Entre os crimes investigados pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) estão acesso ilegítimo a sistemas de informação, falsidade informática, peculato e obstrução à justiça. Um técnico do SETIC-FP, órgão do Ministério das Finanças, continua foragido.
A AGT determinou o retorno de todos os funcionários ao trabalho presencial, enquanto as investigações avançam. A instituição já divulgou dois comunicados sobre o caso, mas o presidente José Leiria mantém-se em silêncio.