
Na abertura da cerimônia de condecoração de várias personalidades angolanas, Adão de Almeida, coordenador da Comissão Interministerial para as Comemorações dos 50 Anos da Independência Nacional, enfatizou a resiliência e a capacidade de perdão dos angolanos. Ele destacou que relembrar e exaltar momentos significativos da história coletiva do país é um dever patriótico e essencial para a construção da nação.
Adão de Almeida afirmou que a construção de uma nação exige respeito pela “linha do tempo”, que estabelece um passado, um presente e um futuro. “É fundamental respeitar o passado, agir com responsabilidade no presente e ter uma visão para o futuro,” disse ele, reiterando o lema das comemorações: “Preservar e Valorizar as Conquistas Alcançadas, Construindo um Futuro Melhor”.
O governante ressaltou que reconhecer os feitos dos melhores filhos de Angola é um “dever de justiça histórica”. Ele lembrou que a nação está sendo construída com o sacrifício de todos os seus cidadãos. A homenagem a 247 indivíduos pelo Presidente João Lourenço marca o início de um programa de condecorações que se estenderá ao longo do ano, abrangendo diversos momentos e marcos da história angolana.
Adão de Almeida enfatizou que uma pátria que reconhece os feitos de seus filhos se coloca em uma posição correta para a consolidação da nação. Ele destacou o heroísmo daqueles que resistiram à ocupação colonial e afirmou que a história de Angola é marcada pela capacidade de superar adversidades e pelo perdão, criando espaço para a paz e a reconciliação nacional.
Este evento simboliza não apenas uma celebração das conquistas passadas, mas também um compromisso com um futuro mais unificado e pacífico para todos os angolanos.